Ceres Art
desenvolvimento cerebral

Arte x Desenvolvimento Cerebral x Envelhecimento

De acordo com estudos, a arte traz, comprovadamente, melhorias para a nossa saúde, além de ajudar que o nosso cérebro se desenvolva dentro de um padrão mais elevado em termos de benefícios.

Sabemos que o nosso cérebro continua mudando ao longo de nossas vidas, respondendo à atividade ambiental, o que é chamado de neuroplasticidade.

Este fenômeno pode ser observado graças às novas tecnologias de imagem, quando não há muito tempo, dizia-se que a atividade cerebral era estática. Hoje, temos a possibilidade de ver como o cérebro opera em tempo real, visualizar as conexões diferentes e quais regiões são acionadas dependendo dos estímulos e informações que captamos.

Um período crítico para o desenvolvimento do cérebro são os primeiros três anos de vida. A introdução à atividades como o aprendizado de música, ou de uma segunda língua, tem capacidade de acelerar este desenvolvimento. Estudos descobriram também, que o envolvimento frequente com as artes reorganiza o cortex frontal, resultando em um maior poder de criatividade e diminuição de inibições, inibições estas que são quem primeiramente nos impede de dar início à uma atividade artística, do medo de não ser bom o suficiente ou de preocupar-se com o que outras pessoas pensem.

Os três primeiros anos são sem dúvida, quando os nossos cérebros estão mais elásticos, flexíveis, modáveis, mas a neuroplasticidade não vê limites de idade. Mas os benefícios continuam aparecendo mesmo quando o cérebro envelhece. Foi o que apontou um estudo feito em lares da terceira idade na Austrália. Lugares como asilos, tendem a oferecer baixa quantidade de atividades artísticas, o que resulta em um estímulo cerebral muito baixo se comparado ao aproveitamento que temos capacidade. Assim, uma equipe de pesquisadores desenvolveram um estudo de 3 anos chamado Artful junto ao Museu de Arte Contemporânea, para medir como a arte e a criatividade podem ser usadas para promover a neuroplasticidade cerebral em pessoas com demência.

Durante o programa, grupos de pessoas com demência participaram de sessões frequentes dentro do museu, o que demonstrou resultados fantásticos na liberdade de expressão, coesão social e o empoderamento da demência em pessoas que tinham suas opiniões consideradas até então, irrelevantes.

Desta maneira, observados como nossos sistemas ainda são orfãos de iniciativas que tragam mais arte para o nosso convívio, não somente no período infantil, como no decorrer de nossas vidas. Felizes são as empresas que oferecem ambientes criativos para seus funcionários – não somente oferecem saúde como recebem de volta maior produtividade.

Nos preocupamos demais com o envelhecer, onde até mesmo a indústria de cosméticos fatura bilhões com isso, mas não buscamos um cuidado que vem de dentro: o aprendizado não pára e é o que nos faz não parar também.

Que tal começar um curso de desenho? De pintura? São diferentes oficinas, workshops, diferentes formatos, algum deve caber na sua agenda! Não prorrogue a sua saúde!

 é só escolher: 

https://www.ceresart.com/collections/cursos 

Adicionar um comentário

Deixe uma resposta