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economia criativa

Economia criativa: você sabe o que é e como funciona?

Já imaginou como seria se a criatividade fosse capaz de gerar negócios? E se eu te dissesse que ela pode sim? Na realidade, gerar negócios a partir da criatividade é o principal pilar da Economia Criativa.

Se você ainda não conhece esse termo e não sabe como funciona a economia criativa, esse post foi feito para você! Continue lendo para entender mais sobre o assunto.

O que é economia criativa?

O inglês John Howkins foi quem definiu o termo “Economia Criativa”. Em resumo, esse tipo de economia se trata de quaisquer atividades econômicas que tenham como base o uso da criatividade, imaginação, conhecimento ou capital intelectual. Porém, alguns outros requisitos também devem ser observados.

Além de gerar negócios a partir da criatividade, a economia criativa precisa também, gerar valor de alguma maneira. Esse valor pode ser gerado tanto para o público ou para quem está criando o produto, serviço ou atividade econômica.

Outro ponto importante para que a atividade faça parte da indústria criativa, é que exista inovação. Ou seja, é preciso quebrar padrões para que seja entregue uma solução inovadora para os clientes e os consumidores da atividade ou produto que foi criado.

Essa “indústria criativa” pode ser separada em três categorias:

  • Indústria criativa propriamente dita: essa categoria se trata da criadora do produto ou atividade tida como pilar criativo para o negócio;
  • Atividade relacionada: a empresa de atividade relacionada, é a responsável por fornecer algum serviço ou material para a indústria criativa;
  • Apoio: essa categoria diz respeito a quem contribui de forma indireta para a economia criativa.
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Quais são os setores da indústria criativa?

É muito comum que as indústrias criativas estejam ligadas à cultura e à arte. Tanto que em 2012, a Secretaria de Economia Criativa foi criada, sendo, na época, vinculada ao Ministério da Cultura.

Essa economia é muito abrangente e possui setores presentes em diversas atividades variadas, mas uma coisa que todas elas têm em comum é a dependência do talento criativo das pessoas e da geração de propriedade intelectual.

Enfim, os 20 setores que estão inclusos na Economia Criativa são:

  • Artes cênicas
  • Música
  • Artes visuais
  • Literatura e mercado editorial
  • Audiovisual
  • Animação
  • Games
  • Softwares aplicados à economia criativa
  • Publicidade
  • Rádio
  • TV
  • Moda
  • Arquitetura
  • Design
  • Gastronomia
  • Cultura popular
  • Artesanato
  • Entretenimento
  • Eventos
  • Turismo cultural.

Como é possível perceber na lista acima, a arte está muito ligada à essa indústria. Isso quer dizer que setores como artes cênicas, música, artes visuais, artesanato etc, são de grande potencial e crescem mais a cada ano.

Apesar desses setores estarem listados como parte da Economia Criativa, não basta que a atividade desenvolvida faça parte do âmbito em questão. Como mencionei anteriormente, é preciso que exista inovação e geração de valor para alguém.

Enfim, a demanda de soluções criativas, sustentáveis, culturais e inovadoras é cada vez maior no Brasil e no mundo inteiro. Portanto, pessoas com gosto e aptidão por esses setores que citei acima deveriam investir seus tempos para contribuir com essa economia e continuar desenvolvendo uma sociedade feita para quebrar padrões.

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